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Voto Legal e Financiamento de campanha

Com a recente reforma eleitoral ficam proibidas as doações empresariais para campanhas. Elas passam a ser restritas a pessoa física, e se limitam a 10% da sua renda bruta do ano anterior, declarada ao Fisco.

Existe ainda a participação do Fundo Partidário, onde 5% dos recursos são divididos igualmente entre todos os partidos e os outros 95% são divididos proporcionalmente, de acordo com a quantidade de votos que cada partido obteve nas últimas eleições, e que em sua maior parte é usado para manutenção de sede, pagamento de funcionários e despesas do próprio partido.

Sobra em média 20% para uso em campanhas, tornando inviável que partidos pequenos concorram em igualdade com os velhos gigantes.

Outro fato importante é que grandes empresários, os mesmos poucos que sempre financiaram as maiores campanhas, ainda poderão fazer suas doações via pessoa física, e por aí vai. Mas, convenhamos, embora esta mudança tenha sido importante, ainda temos muito a caminhar.

Seguindo esta tendência, para sensibilizar o eleitor em relação à importância do seu voto e da sua participação no processo eleitoral, foi desenvolvido o aplicativo “Voto Legal”. Já estou devidamente inscrito, e pretendo ao longo do tempo mantê-los informados sobre esta questão de extrema importância para que reais mudanças sejam promovidas. Acompanhe minha página e seja um eleitor consciente!

Redução de gastos na câmara municipal

Você acha que os vereadores precisam de tantas mordomias? Os valores gastos com cada gabinete não parecem exorbitantes?

Nós acreditamos que dá pra fazer mais com muito menos, e calculamos uma proposta de corte de gastos perfeitamente viável.

Fazendo com que esta economia seja revertida para nossas demandas reais, ao invés de continuarmos sustentando tais mordomias em detrimento das nossas verdadeiras necessidades.

Moradores de rua, falta respeito e dignidade!

Estamos em tempo de frio extremo, na capital paulista foram até o momento cinco mortos devido a omissão e pelo frio rigoroso dos últimos dias, a prefeitura por sua vez através da Guarda Metropolitana segundo os moradores de rua, retiram seus pertences, os deixando ao relento, retirando carroças, papelão e tudo mais que possa servir para aquecer e se abrigar.

Não é incomum relatos de que funcionários da prefeitura jogam jatos de água nos moradores de rua entre outros maus tratos, na desculpa de que tem que retirar o pessoal daquele local, a mais recente pérola é a fala do prefeito Fernando Haddad que orientou a GCM – Guarda Civil Metropolitana – a retirar exceto colchão dos moradores para não haver favelização de praças entre outros logradouros da cidade.

Porém, ao que parece o prefeito esqueceu durante toda sua gestão de olhar a população de rua, buscar saber o que está havendo, não houve preocupação na reinserção destas pessoas, mas sim houve tentativa de assistencialismo que como sabemos não dá certo, pessoalmente me preocupo em conhecer e tentar entender o problema para depois sim dizer algo, o que nossos governantes deveriam fazer também, é muito mais positivo do que ficar em seus escritórios.

Quem são e o que defendem os Bleeding Heart Libertarians?

Algumas pessoas estudam e se identificam com um determinado conceito, outras já fazem, pensam de forma muito próxima a ideias existentes e nem fazem ideia, eu sou do segundo grupo, posso dizer que me descobri Libertário “BHL”, o que alguns chamam como social libertário, uma visão da qual não é possível existir desenvolvimento e aceitar a pobreza, é necessário dar os meios para que o indivíduo consiga crescer, alcançar seu objetivo, o famoso dar a vara para pescar e o ensinar como a usa.

Histórico

O primeiro uso do termo “bleeding heart libertarianism” foi feito por Roderick Long, no texto “Beyond the Boss” (ver texto traduzido aqui).

Na passagem, Long considera que estaríamos vendo o início de um ressurgimento de um libertarianismo igualitário, compassivo, “bleeding-heart”, que tinha caracterizado o movimento libertário em grande parte de sua história, até o século XIX. O século XX teria sido um desvio nessa tradição, predominando um perfil de libertário insuficientemente sensível às perspectivas dos pobres, dos trabalhadores, das mulheres e das minorias, e essa “aberração histórica” teria ocorrido sob influência de uma aliança entre libertários e conservadores para fazer frente ao socialismo estatista e da ética de Ayn Rand.

Logo em seguida, faz uma afirmação que resume a preocupação essencial dobleeding heart libertarianism: “O novo libertarismo, portanto, precisa levar mais a sério as preocupações da esquerda, pois, de várias formas, elas são também suas preocupações. Mas pode ele responder a elas?”

Após isso, outras pessoas usaram o termo ocasionalmente. A consolidação deste termo como representando determinada forma de pensar libertário veio a ocorrer com a criação do blog Bleeding Heart Libertarians, em 03/03/2011, por Matt Zwolinski. Este blog, de caráter acadêmico, reúne vários nomes, dentre eles, além de Zwolinski, o já mencionado Roderick Long, Kevin Vallier, Jason Brennan, Jessica Flanigan, Gary Chartier, Sarah Skwire, Steven Horwitz, entre outros. É um time diverso, formado por filósofos, economistas, cientistas políticos e sociólogos.

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Na postagem inicial, Zwolinski esclarece que o blog foi criado para servir como um fórum de filósofos acadêmicos que são atraídos tanto pelo libertarianismo/liberalismo como por ideias de justiça social ou distributiva (vide conceito aqui). Apesar da diversidade de opiniões, o que os une é o apreço pelos mecanismos de mercado, cooperação social voluntária, direitos de propriedade e liberdade individual, motivada em grande medida pela maneira como essas coisas contribuem para valiosos bens humanos, em especial na maneira em que capacitam aqueles membros mais vulneráveis da sociedade a realizar esses bens.

No Brasil, o Instituto Ordem Livre traduziu alguns dos textos do blog em 2012, mas apenas de maneira esporádica e muito limitada. Percebendo que havia pouco material em português, resolvi criar um blog que defendesse explicitamente o bleeding heart libertarianism e servisse à divulgação e discussão dessa perspectiva, no início deste ano. Agora, também contamos com o recém-criado Mercado Popular e novas traduções são publicadas com alguma frequência pelo Portal Libertarianismo – no que estou colaborando também. Ao que tudo indica, a discussão sobre as ideias BHL em língua portuguesa deve aumentar consideravelmente no próximo ano.

Por que o termo “bleeding heart”?

Literalmente, “bleeding heart” seria traduzido como “coração ferido”, “coração sangrando”. A tradução mais correta seria “sensível” ou “sentimental”. O motivo para isso é fazer uma espécie de ironia: a esquerda norte-americana geralmente foi rotulada como “bleeding heart”, “sentimental”, pelos conservadores, para dizer que a esquerda estadunidense era exageradamente preocupada com os fracos e oprimidos. Por isso a ideia de se denominar como um “bleeding heart libertarian” é falar de um libertarianismo sensível à perspectiva das pessoas mais pobres, das minorias e outros grupos marginalizados.

Por conta desse contexto especificamente norte-americano, eu optei em meu blog por não traduzir o termo, e, aqui, também seguirei a mesma opção.

Qual é o diferencial do bleeding heart libertarianismem relação às outras correntes libertárias e liberais?

O objetivo dessa corrente é quebrar as barreiras linguísticas e políticas que separam a defesa libertária de ampla liberdade individual, incluindo econômica, e a preocupação “de esquerda” com inclusão e justiça social. Contudo, existem duas formas principais de fazer isso, e mesmo uma terceira, que podem ser consideradas como “subdivisões” do bleeding heart libertarianism.

1) Liberalismo clássico BHL, liberalismo BHL, liberalismo neoclássico, “strong bleeding heart libertarianism” ou “onde Hayek encontra Rawls”:

Geralmente, quando você ouvir falar em “bleeding heart libertarians”, sem nenhuma outra especificação, muito possivelmente estão falando desse grupo. O principal motivo é que esse grupo não tinha um rótulo definido, e a maioria deles se identificaria como libertários ou liberais clássicos apenas. Algumas tentativas de rotulá-lo foram feitas: “liberalismo neoclássico”, por Jason BrennanJohn Tomasi, “Strong BHL”, por Matt Zwolinski e “liberalismo BHL”, por Kevin Vallier, e mesmo “Hayek encontra Rawls”, por Roderick Long. Eu considero de bom uso o termo “liberalismo clássico BHL”.

Esta corrente é formada por liberais clássicos que adotam a conceituação de justiça social predominante na filosofia acadêmica atual. A ideia é desafiar a classificação dicotômica entre o liberalismo clássico, que defende liberdade econômica, e o igualitarismo de esquerda, que defende justiça social, a partir de um compromisso moral mais exigente: liberdade econômica e justiça social.

Segundo Matt Zwolinski, a ideia é que a justiça social tenha um papel justificativo e mesmo de revisão das instituições libertárias. Instituições legais libertárias devem ser avaliadas conforme um padrão de justiça social, e, caso se constate que determinado grupo social é deixado para trás, é preciso revisar essas instituições de modo que elas possam beneficiar também essas pessoas ao longo do tempo.

Entres as principais referências dessa linha de pensamento, podemos citar Matt Zwolinski, Kevin Vallier, Sarah Skwire, Jason Brennan, Jessica Flanigan, Gerald Gaus, David Schmidtz, Will Wilkinson e Charles Griswold. Alguns defendemversões modificadas do rawlsianismo, outros o liberalismo da “razão pública”, e outros têm uma abordagem mais pluralista ou de outra natureza.

Esse tipo de liberalismo também pode ser designado como “liberalismo da Universidade do Arizona”. Isso porque essa Universidade é uma referência de filosofia política nos Estados Unidos, e nela funciona o Center for the Philosophy of Freedom, cujo diretor é o David Schmidtz. Matt Zwolinski, Jason Brennan e Kevin Vallier obtiveram PHd nesta Universidade, Gerald Gaus e David Schmidtz são professores nela.

Veja mais aquiaquiaquiaqui e aqui.

2) Anarquistas left-libertarians BHL,  libertários de esquerda BHL, “Labor BHLs” ou “Rothbard encontra Chomsky”:

Ainda que o bleeding heart libertarianism como um todo possa ser considerado à esquerda no que diz respeito ao libertarianismo, historicamente já havia um grupo denominado como “left-libertarians”, com visões bem específicas. Alguns deles também se consideram BHL’sDe acordo com Roderick Long, esse grupo adota um liberalismo mais radical, e concepções esquerdistas mais radicais de justiça social, sendo este seu diferencial em relação ao grupo anterior. Seria algo como “Rotbhard encontra Chomsky”, ao invés de “Hayek encontra Rawls”.

A ideia aqui é o chamado “anticapitalismo de livre mercado”, que pode ser um termo bastante enganoso à primeira vista. Essa visão remonta aos inícios do movimento operário europeu no século XIX, onde, segundo Roderick Long , teóricos libertários como Thomas Hodgskin, Herbert Spencer, Lysander Spooner, Benjamim Tucker, Voltairine de Cleyre e Dyer Lum advogaram a substituição, total ou parcial, do sistema de salário e de firmas hierárquicas, em favor de uma economia em que trabalhadores fossem geralmente proprietários independentes ou membros de cooperativas de trabalho, ou seja, um mundo sem chefes. Muitos deles se denominavam de “socialistas”, mesmo defendendo mercados livres e relações sociais voluntárias.

Perceba: eles aceitam plenamente o livre mercado, até de forma bem radical, contudo, assumem que este importará em uma forma de economia substancialmente diferente do atual capitalismo realmente existente, sendo menos dominada por grandes empresas e onde os trabalhadores terão mais opções fora do trabalho assalariado, de modo que o objetivo socialista originário anti-estatista – os trabalhadores serem (ao menos potencialmente) donos dos meios de produção e terem mais controle sobre suas vidas e trabalho – pode ser alcançada em mercados adequadamente libertos de monopólios criados pelo Estado.

Entre as principais referências, estão Roderick Long, Gary Chartier, Charles Johnson e Kevin Carson. Alguns são rothbardianos de esquerda, outros são mutualistas. A principal obra de referência pode ser encontrada aqui.

Veja mais aqui e aquiaquiaqui,  aqui e aqui.

3) Outros (contigent BHLs, weak BHLs,  BHls afins, simpatizantes, BHLs “dissidentes da justiça social”, etc.):

Esse grupo foi denominado por Matt Zwolinski de contigent BHLs, o que significa que se trata de libertários de um pensamento libertário padrão, mas que dão uma ênfase muito grande sobre como o livre mercado e robusta liberdade individual beneficiam os mais pobres e os grupos marginalizados. O “contingente” se deveria ao fato de que a justificação do livre mercado não depende desse fato, ainda que este seja enfatizado.

Eu na verdade acho que esse rótulo de “contingente” não faz jus à robustez de uma posição bleeding heart que pode ser encontrada entre os que cairiam nessa classificação. Mesmo sem adotar o termo “justiça social”, o resultado pode ser bem semelhante, já que, mesmo que a razão para ser libertário não seja a mesma dos liberais clássicos BHL, o “como ser um libertário” é muito semelhante. O próprio Zwolinski parece ter endossado isso, ao refinar esta posição dizendo que é possível ser BHL e não usar a palavra “justiça social”. Eu preferiria o termo “BHLs dissidentes em relação à justiça social”.

Uma defesa robusta do livre mercado enquanto um conjunto de instituições que precisam ser aceitáveis para todas as pessoas em uma sociedade pode ser feita por libertários que adotem um critério de “unanimidade” contratualista ou da economia política constitucional, ou que endossem um princípio de minimização do sofrimento, como fundamento para as instituições legais.

Entre os nomes de referência dessa linha, estão Steven Horwitz, Jacob Levy, Jayme Taylor e Andrew Cohen. Também se pode incluir Brink Lindsey. Veja maisaquiaqui, e aqui.

 

Postado originalmente em:
http://mercadopopular.org/

O que melhorar em seu bairro?

Quem melhor do que o próprio cidadão que vive em seu bairro dizer o que na visão dele está faltando ou precisa ser melhorado? Creio que não há!

Todo e qualquer governante ou aspirante a representar o cidadão, deveria primeiro antes de começara falar, ouvir as necessidades daquela região, nem sempre o que se acha que seja prioritário pelo governante ou legislador é algo precioso ao morador.

Ao invés de querer fazer apenas obras que muitas das vezes não são prioritárias, ou até mesmo não sejam necessárias ao menos naquele momento, é importante ouvir o que os moradores tem a dizer.

E a você, o que falta ou precisa melhorar em seu bairro?

Marcha da maconha

A discussão sobre tudo que é tabu em nossa sociedade é algo polêmico, a discriminação das drogas em especial a maconha, é algo que leva a debates intensos, mas é preciso antes de qualquer coisa ter um olhar científico, não basta dizer sim ou não, mas o porque.

A ciência

O uso da maconha é  milenar e passou por várias fases. Já foi considerada útil do ponto de vista terapêutico ou vício abominável (1). Atualmente é a substância ilícita mais consumida no mundo, com estimativa de 170 milhões de usuários.

Dentre as pessoas que experimentam alguma substância ilícita (não só a maconha), aproximadamente 10% desenvolvem problemas de dependência química ou outros transtornos relacionados ao uso (2). No entanto, a maior parte das pesquisas é direcionada para parcela de usuários que desenvolvem algum tipo de problema. Pouco se conhece acerca dos outros 90% de usuários que não apresentam dependência ou outros problemas relacionados ao uso.

 Você pode conferir essas afirmações nas seguintes obras:

  1. CARLINI, E. A.; MASUR, J. Drogas: Subsídios para uma discussão. 4. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.
  2. UNODC. United Nations Office on Drugs and Crime: World Drug Report 2014. New York, 2014.

Existem muitos motivos para legalizar, colocamos a lista dos 10.

1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.

2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.

3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.

4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.

5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral.

6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).

7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.

8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.

9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confisco de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.

10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.

Pesquisa brasileira

Existem pesquisadores brasileiros que não se importam apenas em buscar resultados em cima daqueles que acabam se viciando, mas de forma global e comparando os resultados. Veja o vídeo sobre os pesquisadores e sua pesquisa, Paulo Morais e Dimitri Daldegean.

É importante lembrar que existem remédios desenvolvidos com base na maconha e que tem resultados positivos, pela proibição, o seu uso é também proibido assim como desenvolver e pesquisar novos remédios.

É preciso se atentar a medicina oriental e de nossos índios, muito do que é proibido por aqui é ou já foi muito usado como remédio, como no caso do ópio.

Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/pesquisacannabis
Maconha e ciência: Uma pesquisa no Brasil.

Estive na marcha da maconha deste ano e fui parar na entrevista do Pânico na TV.

Novo Associado – API

Estive hoje na livraria cultura conversando com o Georgios Markakis, ideias de projetos e ações na cidade, como corrida de pedestres, entre tantas outras, só precisamos de mais pessoas envolvidas para que as coisas fluam, espero que em breve possamos colocar em prática boa parte do que conversamos.

Uma nova política se faz com ações!

Encontro com o Livres/PSL

Sempre é bom renovar, conhecer novas ideias e criar novos projetos.

Foi muito proveitosa a reunião com o pessoal do Livres, corrente de renovação do PSL – Partido Social Liberal – o qual a um bom tempo venho acompanhando, porém a desorganização e falta de retorno me fizeram abandonar a ideia de aproximação, agora junto ao grupo do livres, a proposta de renovação e ter um grupo mais sólido possibilita a entrada no partido e pensar na pré-candidatura a vereador pela cidade de São Paulo.

É necessário ter mudanças, mas só acontecem com a nossa participação e empenho, não adianta pensar, esperar que algo mude enquanto não participa de nada, seja da reunião de seu condomínio a espaços em conselhos da cidade, até mesmo do estado ou nacional.

Espero e acredito que este seja apenas o começo de muito mais pela frente, claro que não deixarei de lado o outro projeto que é a formação do Partido da Internet, mas tudo ao seu devido tempo e espaço.

São Vicente em Pauta

Como toda cidade, é de se esperar que tenha algum ou vários problemas pontuais, porém o que vejo retornando a São Vicente, minha cidade natal, é o total desmazelo e abandono pelo poder público, desde o cuidado com logradouros, falta de sinalização, problemas crônicos e que fora ampliado pela atual administração.

O que sempre colocam – pela administração – é que falta verba, mas o interessante que o que vejo é a falta de projetos e o bom uso do recurso público, não é de se admirar que os problemas da cidade cresceram cada vez mais, é a falta de redutor de velocidade em plena orla da praia que o limite de velocidade é totalmente ignorado assim como qualquer regra do CBT, agentes de trânsito é algo que não vi, por mais que eu tenha me esforçado rodando toda a cidade, policiamento na orla da praia excelente, porém não era o que se via mais para dentro da cidade, Vila Melo com vias afundando, semáforos com tempo absurdo para se transpor por baixo a imigrantes, algo que já deveria a muito ter sido revisto, na entrada da cidade buracos ou melhor crateras.

A impressão ou não, é que o gestor da cidade foi pegar férias desde sua posse, até o momento não voltou, claro que não podemos eximir de culpa a câmara municipal, afinal por lei ela é a responsável pela fiscalização das ações do executivo, que pelo visto a muito não cumpre sua função, visto que se preocupam mais com mudança e nomeação de logradouros e datas, só falta colocarem o dia da batata, dia da chuva entre outros já que até mesmo uma virada evangélica fizeram, o problema não é por ser evangélico, mas sim pelo fato da coisa pública privilegiar uma parte da população, enquanto sequer existe uma vidrada cultural, afinal falta cultura, lazer, diversão na cidade a muitos e muitos anos.

Por falar em cultura, este ano só houve encenação por ter sido patrocinado por algumas empresas e políticos da cidade, pior ainda como se fosse “apoio cultural”, me desculpe mas político não faz apoio cultural. Enquanto as necessidades gritantes da cidade não são escutadas pelo executivo e tão pouco o legislativo, a cidade vai passando pelo caos, com uma prefeitura que não sabe o que significa transparência.

Me reuni com amigos para falar sobre a cidade e dar meu apoio formal a dois pré-candidatos a vereador na cidade, pessoas íntegras e que tem capacidade de trazer, articular mudanças para a cidade, o que falta é garra, vontade, gana, coragem de realmente querer mudar alguma coisa, na área insular e japuí que é mais abandonado ainda desde a fundação da cidade, já a área continental só é lembrada em época de eleição ou para ganho político com a necessidade daquela população, estive no rio branco, gleba, Humaitá e em partes está a mesma coisa de mais de dez anos atrás e até pior com a expansão de moradias, o que demanda mais atenção do poder público mas parece ser inexistente.

Falamos sobre educação, cultura, lazer, entre outras tantas demandas que acomete a cidade assim como assuntos da esfera estadual e nacional, o que mais me chamou a atenção e desta vez não só a história de se construir um presídio ao invés de um hospital regional ou que fosse um hospital para a cidade, é que a ponte dos barreiros, a única ligação por dentro da cidade está comprometida, caso ela seja interditada, a área continental irá novamente voltar a década de 80 para trás ficando isolada do restante da cidade, que para piorar o governo do estado quer colocar mais duas praças de pedágio, como se não bastasse a que já existe.

É um verdadeiro descaso com a população, cidade, e ainda há quem diga que a cidade merece respeito, sim merece, mas quem diz isso não respeita nenhum pouco a cidade, mas quer ganhar a próxima eleição, este tipo de política para se ganhar eleição sem um projeto de cidade é algo que para mim beira o absurdo, ao ridículo, pouco ou nada fazem ou deixaram de fazer para que na próxima eleição tenha novamente o que se prometer, já chega disso, a população não pode ser tratada como objeto que hoje você usa e depois guarda para usar novamente mais a frente.

Quero muito acreditar que haverá uma boa renovação na cidade, já basta de pessoas que apenas exploram, a cidade tem muito a crescer e melhorar, basta ter um administrador com visão de cidade e não para práticas de politicagem visando a próxima eleição.

Sub-Prefeitura São Miguel – Assessoria da juventude

Estive na tarde de hoje na assessoria da juventude da sub-prefeitura de São Miguel Paulista, boa parte da tarde conversando sobre projetos e ideias com a Priscila Matteuzzi.

Falamos sobre a necessidade de projetos na área de cultura, educação, desenvolvimento, sustentabilidade entre outros, bons projetos porque não dizer excelentes até, para serem colocados em prática, é uma necessidade gritante no extremo leste e digo em especial ao Distrito do Jardim Helena em termos equipamentos e oportunidades para a juventude local, uma vez que carece-se de oportunidades, por diversas vezes é necessário um longo deslocamento para se ter seja uma diversão, lazer, estudo, por que não aqui?

Nesta linha me coloquei a disposição para que possamos colocar em prática os possíveis projetos que possam viabilizar a melhoria da qualidade de vida dos moradores e trazer o poder público para perto desta parte da população que se vê abandonada e só relembrada em época de campanha eleitoral sendo esquecida novamente após o fechamento das urnas.

Também tive o prazer de conhecer e ter uma conversa muito interessante com a Angélica Migri, sobre projetos voltados ao desenvolvimento social e empreendedorismo.

É preciso mudar, inovar, renovar e estou disposto e muito a ajudar a região ter por que não um salto do que é, para o que pode ser este distrito.