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Quatro anos e nenhuma solução

Passaram quatro anos sem tentar resolver o problema e em menos de um mês a ideia que surge é de tirar os moradores de ruas para locais mais apropriados e dignos, serão qualificados, empregados e todo o programa pelo publicado, não terá dinheiro público, mas a iniciativa privada, ainda pagando salário a estes de R$ 937,00 – espero que sem registro em carteira para assim sobrar mais aos moradores de rua – para muitos isso pode soar surreal, como o governo não vai usar o dinheiro público para isso?

Pois é, o dinheiro público pode ser usado de outras formas, neste caso é assertivo que o dinheiro venha da iniciativa privada, irá gerar emprego e o benefício será mútuo, a administração passada dava mais de R$ 15 milhões por mês a ONGs de “amigos”, e o que víamos eram moradores de rua largados a própria sorte.

É preciso pensar no problema seja ele qual for e ver uma saída diferente da convencional, onde o dinheiro “abundante” proveniente de impostos são mal utilizados quase como uma regra e fazer realmente uma mudança a meta é tirar mais de 20 mil moradores de rua, vamos fiscalizar e cobrar, por enquanto as bolas foras quem está dando é a turma do quanto pior melhor.

Saiu Fernando Haddad, entrou João Doria, que surpreenda muito mais positivamente.

Audiência pública sobre aumento de tarifas

Assista ao vídeo da minha participação na audiência pública na câmara sobre o aumento da tarifa de passagem dos ônibus municipais.

Existem alternativas para que não aconteça o aumento, o que não tem ao que parece é a vontade de realmente melhorar o serviço e até porque não, diminuir a tarifa, nem tudo é possível ser subsidiado pelo dinheiro público.

Precisamos de um estado grande?

Segundo o FMI a Espanha deve crescer mais de 3% este ano, mesmo com mais de 200 dias o país seguindo sem governo, a taxa de desemprego caiu de 25,1% em 2015 para 23% em março deste ano.

O que se pergunta por lá é a necessidade real de um governo parlamentarista, lembrando que por aqui discute-se a mudança de presidencialismo para parlamentarismo. O PP e o PSOE não conseguiram formar um governo mesmo sendo os principais partidos, este fato se deu pelo surgimento do Ciudadanos e o Podemos que surgiram depois das manifestações por lá e ão aceitam fazer coalizão com os partidos “tradicionais” o que impede a formação de governo.

Algo tão inusitado ainda como bom reflexo na economia, além claro de que houve uma boa melhora na área de turismo, queda do valor do petróleo e dos aluguéis, é que até pouco tempo atrás a Espanha estava na mira da comunidade européia pois não iria conseguir atingir a meta fiscal e precisaria de mais de 10 Bilhões em cortes para que fosse possível o cumprimento da meta.

Neste cenário, os investidores estão otimistas e começam a voltar a investir no país, com isso o que podemos perceber é que um governo mais enxuto possível é bem melhor.

Mas é preciso observar a impaciência dos espanhóis com a eterna campanha – a mais de 9 meses – para se tentar formar um governo e até quando os investidores irão continuar otimistas assim também como Bruxelas.

Rodrigo Rey

Resultado das eleições 2016

Que pena que o Sr. Ninguém não poderá assumir!

Um novo “candidato” começa a aparecer expressivamente nesta eleição, seja a majoritária ou proporcional, talvez pela influência da corrente que rola no whatsapp ou facebook que diz “…se tiver mais de 50% de voto nulo anula eleição…” ou pelo fato de não se verem representados por nenhuma das opções.

Porém, primeiramente independente de ter votado em alguém, absteve ou votado em branco, é direito do cidadão de exigir melhorias em sua cidade, não existe a história de “a… eu não votei” ou “você que votou nele” ou então ainda piadinhas que mais refletem o quanto pior melhor.

É preciso ter maturidade política e ver que é a responsabilidade de cada um o caminhar da sua cidade, fazer valer seus direitos e sem idolatria por eleitos e tão pouco partidos, pois é por isso que não temos bons representantes, tão pouco uma renovação política – em São Paulo só 44% de renovação – que é tão necessária, acabam reconduzindo os mesmos de sempre, alguns que fizeram algo mas outros que pouco se importam com o que a população precisa.

Enfim, a participação é importante, é preciso compreender que não é pegando papel no chão ou da mão de cabos eleitorais no dia da eleição que se decide em quem votar, isso tem que ser antes, conhecer as propostas, aliás, nem precisaria de papel se cada um buscasse a informação sobre os candidatos pela internet.

Quem sabe um dia mude um pouco esta nossa política.

 

Palestra na sede do MOCA

A convite do brother Robert, estive no MOCA para falar sobre direitos e estrutura municipal “onde reclamar?”. Agradeço pelo convite e carinho recebido por todos.

Propostas de campanha

“Para mudar a câmara e a relação política é preciso dar aos paulistanos uma verdadeira representação .Pela internet meu mandato será compartilhado com os cidadãos. Serei um verdadeiro representante de uma nova política, praticaremos a DEMOCRACIA DIGITAL”“UMA NOVA POLÍTICA É POSSÍVEL!”

Compromissos e propostas de campanha:

Creches 24 horas
Incentivo e facilitação a iniciativa privada para construção/criação de creches
Garantia de vaga para crianças mesmo quando os pais não tiverem emprego, estes supervisionados por assistência social e em sua falta pelo conselho tutelar.

Escolas
Uso dos equipamentos escolares em seu tempo ocioso para aulas extra curriculares, palestras, aberta a todo cidadão.
Sistema de vouchers para suprir a demanda de vagas.
Calendário de “olimpíadas” das áreas de conhecimento específico e/ou geral.
Escola “LIVRE”, permissão especial para abrir salas de aula em associações, cooperativas tendo a validação do conhecimento pela secretaria municipal, tanto para ensino fundamental quanto EJA, deverá estar vinculado a uma escola mais próxima, sendo como extensão desta.

Espaço ágora
Projeto de discussão política, cidadania, aberta a comunidade com uso dos equipamentos de educação.

Usuários de transporte público é prioridade para o Haddad?

A gestão Haddad é muito citada no país como uma prefeitura preocupada em modernizar o transporte urbano, em viabilizar diversos meios de locomoção e incorporar inovação. Ao menos no discurso.

Na prática o Uber que representa justamente a inovação nos transportes urbanos no mundo inteiro aparenta ser uma pedra no sapato da prefeitura demonstrando os limites da vontade política em realmente disponibilizar todas as opções de transportes possíveis aos usuários.

O serviço que já foi proibido e agora foi liberado passa a partir de hoje a cobrar mais dez centavos sobre quilômetro percorrido. O motivo disso é a cobrança feita pela prefeitura na qualidade de outorga pelo uso viário urbano. O adicional então vai direto para as mãos do órgão público que cobra o Uber, e aos usuários por tabela, pelo uso das estradas que os cidadãos já pagaram para construir e pagam regularmente para manter.

Mas não é só isso, há um limite de quilômetros percorridos pela empresa que equivale ao que percorrem 5 mil taxis por mês, impedindo a mesma de crescer organicamente e suprir a demanda gerada pelos usuários que escolhem o serviço como seu modal de transporte de preferência.

Quer mais? A Uber terá que investir em seu sistema para informar a prefeitura em tempo real sobre suas corridas. Exigência necessária para comprovar o respeito à cota máxima de corridas arbitrariamente estabelecida. Ou seja, quem sai perdendo? A empresa, o cidadão e o motorista. Aparentemente quando o interesse do usuário entra em conflito com os grupos de pressão que apoiam a prefeitura do Petista, como os sindicatos de táxi por exemplo, o usuário leva a pior.

Leitos bloqueados e cirurgias desmarcadas

A falência da Função Social do Governo do Rio de Janeiro.

Em alguns dias, teremos uma das mais expressivas manifestações de ego, desrespeito e prepotência de todos os nossos políticos, de nossos Governos e de nosso Estado, as Olimpíadas Rio 2016.

Todos sabem que temos milhares de outras prioridades para o uso de dinheiro “público”, certo que, usando este termo, é sempre bom lembrar o que dizia Margaret Thatcher: “Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos.”.

Mas, todo o dinheiro dos pagadores de impostos, deveria ter uma função básica, essencial, já que já lhe fora tomado pelo Governo, coisas básicas, como saúde, educação e principalmente segurança.

Não temos bons serviços públicos nessa área, porém, o governo consegue piorar, consegue fazer com que o péssimo se torne horrível, com que algo que seria um filme de drama, se torne um péssimo filme de terror.

Em um cenário de caos, com um déficit de mais de 7000 leitos no Rio de Janeiro, os hospitais municipais estatais da cidade têm dado alta e dispensando até mesmo pacientes internados para liberar leitos para as Olimpíadas.

A fim de bloquear 135 leitos na rede municipal, diversas cirurgias foram desmarcadas, incluindo cirurgias de tumores, além de diversos pacientes que já estavam internados esperando cirurgia – muitas vezes há anos – e que receberam alta para serem internados novamente depois das Olimpíadas.

Com isso, o governo ENTERROU sua função social, enterrou sua função, demonstrando que não tem respeito pela população, que mantem o Governo, pagando seus impostos.

Precisamos mudar nosso Governo de forma imediata, trocar esses parasitas, por verdadeiros representantes, por uma representação direita, por novas ideias, por novas visões.

Não podemos mais tolerar esse tipo de ato.

Fonte:

http://www.ilisp.org/noticias/hospitais-estatais-dispensam-pacientes-internados-para-liberar-vagas-para-olimpiadas/

Voto Legal e Financiamento de campanha

Com a recente reforma eleitoral ficam proibidas as doações empresariais para campanhas. Elas passam a ser restritas a pessoa física, e se limitam a 10% da sua renda bruta do ano anterior, declarada ao Fisco.

Existe ainda a participação do Fundo Partidário, onde 5% dos recursos são divididos igualmente entre todos os partidos e os outros 95% são divididos proporcionalmente, de acordo com a quantidade de votos que cada partido obteve nas últimas eleições, e que em sua maior parte é usado para manutenção de sede, pagamento de funcionários e despesas do próprio partido.

Sobra em média 20% para uso em campanhas, tornando inviável que partidos pequenos concorram em igualdade com os velhos gigantes.

Outro fato importante é que grandes empresários, os mesmos poucos que sempre financiaram as maiores campanhas, ainda poderão fazer suas doações via pessoa física, e por aí vai. Mas, convenhamos, embora esta mudança tenha sido importante, ainda temos muito a caminhar.

Seguindo esta tendência, para sensibilizar o eleitor em relação à importância do seu voto e da sua participação no processo eleitoral, foi desenvolvido o aplicativo “Voto Legal”. Já estou devidamente inscrito, e pretendo ao longo do tempo mantê-los informados sobre esta questão de extrema importância para que reais mudanças sejam promovidas. Acompanhe minha página e seja um eleitor consciente!

Redução de gastos na câmara municipal

Você acha que os vereadores precisam de tantas mordomias? Os valores gastos com cada gabinete não parecem exorbitantes?

Nós acreditamos que dá pra fazer mais com muito menos, e calculamos uma proposta de corte de gastos perfeitamente viável.

Fazendo com que esta economia seja revertida para nossas demandas reais, ao invés de continuarmos sustentando tais mordomias em detrimento das nossas verdadeiras necessidades.