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Moradores de rua, falta respeito e dignidade!

Estamos em tempo de frio extremo, na capital paulista foram até o momento cinco mortos devido a omissão e pelo frio rigoroso dos últimos dias, a prefeitura por sua vez através da Guarda Metropolitana segundo os moradores de rua, retiram seus pertences, os deixando ao relento, retirando carroças, papelão e tudo mais que possa servir para aquecer e se abrigar.

Não é incomum relatos de que funcionários da prefeitura jogam jatos de água nos moradores de rua entre outros maus tratos, na desculpa de que tem que retirar o pessoal daquele local, a mais recente pérola é a fala do prefeito Fernando Haddad que orientou a GCM – Guarda Civil Metropolitana – a retirar exceto colchão dos moradores para não haver favelização de praças entre outros logradouros da cidade.

Porém, ao que parece o prefeito esqueceu durante toda sua gestão de olhar a população de rua, buscar saber o que está havendo, não houve preocupação na reinserção destas pessoas, mas sim houve tentativa de assistencialismo que como sabemos não dá certo, pessoalmente me preocupo em conhecer e tentar entender o problema para depois sim dizer algo, o que nossos governantes deveriam fazer também, é muito mais positivo do que ficar em seus escritórios.

O que melhorar em seu bairro?

Quem melhor do que o próprio cidadão que vive em seu bairro dizer o que na visão dele está faltando ou precisa ser melhorado? Creio que não há!

Todo e qualquer governante ou aspirante a representar o cidadão, deveria primeiro antes de começara falar, ouvir as necessidades daquela região, nem sempre o que se acha que seja prioritário pelo governante ou legislador é algo precioso ao morador.

Ao invés de querer fazer apenas obras que muitas das vezes não são prioritárias, ou até mesmo não sejam necessárias ao menos naquele momento, é importante ouvir o que os moradores tem a dizer.

E a você, o que falta ou precisa melhorar em seu bairro?

Marcha da maconha

A discussão sobre tudo que é tabu em nossa sociedade é algo polêmico, a discriminação das drogas em especial a maconha, é algo que leva a debates intensos, mas é preciso antes de qualquer coisa ter um olhar científico, não basta dizer sim ou não, mas o porque.

A ciência

O uso da maconha é  milenar e passou por várias fases. Já foi considerada útil do ponto de vista terapêutico ou vício abominável (1). Atualmente é a substância ilícita mais consumida no mundo, com estimativa de 170 milhões de usuários.

Dentre as pessoas que experimentam alguma substância ilícita (não só a maconha), aproximadamente 10% desenvolvem problemas de dependência química ou outros transtornos relacionados ao uso (2). No entanto, a maior parte das pesquisas é direcionada para parcela de usuários que desenvolvem algum tipo de problema. Pouco se conhece acerca dos outros 90% de usuários que não apresentam dependência ou outros problemas relacionados ao uso.

 Você pode conferir essas afirmações nas seguintes obras:

  1. CARLINI, E. A.; MASUR, J. Drogas: Subsídios para uma discussão. 4. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.
  2. UNODC. United Nations Office on Drugs and Crime: World Drug Report 2014. New York, 2014.

Existem muitos motivos para legalizar, colocamos a lista dos 10.

1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.

2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.

3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.

4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.

5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral.

6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).

7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.

8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.

9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confisco de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.

10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.

Pesquisa brasileira

Existem pesquisadores brasileiros que não se importam apenas em buscar resultados em cima daqueles que acabam se viciando, mas de forma global e comparando os resultados. Veja o vídeo sobre os pesquisadores e sua pesquisa, Paulo Morais e Dimitri Daldegean.

É importante lembrar que existem remédios desenvolvidos com base na maconha e que tem resultados positivos, pela proibição, o seu uso é também proibido assim como desenvolver e pesquisar novos remédios.

É preciso se atentar a medicina oriental e de nossos índios, muito do que é proibido por aqui é ou já foi muito usado como remédio, como no caso do ópio.

Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/pesquisacannabis
Maconha e ciência: Uma pesquisa no Brasil.

Estive na marcha da maconha deste ano e fui parar na entrevista do Pânico na TV.

Novo Associado – API

Estive hoje na livraria cultura conversando com o Georgios Markakis, ideias de projetos e ações na cidade, como corrida de pedestres, entre tantas outras, só precisamos de mais pessoas envolvidas para que as coisas fluam, espero que em breve possamos colocar em prática boa parte do que conversamos.

Uma nova política se faz com ações!

Encontro com o Livres/PSL

Sempre é bom renovar, conhecer novas ideias e criar novos projetos.

Foi muito proveitosa a reunião com o pessoal do Livres, corrente de renovação do PSL – Partido Social Liberal – o qual a um bom tempo venho acompanhando, porém a desorganização e falta de retorno me fizeram abandonar a ideia de aproximação, agora junto ao grupo do livres, a proposta de renovação e ter um grupo mais sólido possibilita a entrada no partido e pensar na pré-candidatura a vereador pela cidade de São Paulo.

É necessário ter mudanças, mas só acontecem com a nossa participação e empenho, não adianta pensar, esperar que algo mude enquanto não participa de nada, seja da reunião de seu condomínio a espaços em conselhos da cidade, até mesmo do estado ou nacional.

Espero e acredito que este seja apenas o começo de muito mais pela frente, claro que não deixarei de lado o outro projeto que é a formação do Partido da Internet, mas tudo ao seu devido tempo e espaço.

São Vicente em Pauta

Como toda cidade, é de se esperar que tenha algum ou vários problemas pontuais, porém o que vejo retornando a São Vicente, minha cidade natal, é o total desmazelo e abandono pelo poder público, desde o cuidado com logradouros, falta de sinalização, problemas crônicos e que fora ampliado pela atual administração.

O que sempre colocam – pela administração – é que falta verba, mas o interessante que o que vejo é a falta de projetos e o bom uso do recurso público, não é de se admirar que os problemas da cidade cresceram cada vez mais, é a falta de redutor de velocidade em plena orla da praia que o limite de velocidade é totalmente ignorado assim como qualquer regra do CBT, agentes de trânsito é algo que não vi, por mais que eu tenha me esforçado rodando toda a cidade, policiamento na orla da praia excelente, porém não era o que se via mais para dentro da cidade, Vila Melo com vias afundando, semáforos com tempo absurdo para se transpor por baixo a imigrantes, algo que já deveria a muito ter sido revisto, na entrada da cidade buracos ou melhor crateras.

A impressão ou não, é que o gestor da cidade foi pegar férias desde sua posse, até o momento não voltou, claro que não podemos eximir de culpa a câmara municipal, afinal por lei ela é a responsável pela fiscalização das ações do executivo, que pelo visto a muito não cumpre sua função, visto que se preocupam mais com mudança e nomeação de logradouros e datas, só falta colocarem o dia da batata, dia da chuva entre outros já que até mesmo uma virada evangélica fizeram, o problema não é por ser evangélico, mas sim pelo fato da coisa pública privilegiar uma parte da população, enquanto sequer existe uma vidrada cultural, afinal falta cultura, lazer, diversão na cidade a muitos e muitos anos.

Por falar em cultura, este ano só houve encenação por ter sido patrocinado por algumas empresas e políticos da cidade, pior ainda como se fosse “apoio cultural”, me desculpe mas político não faz apoio cultural. Enquanto as necessidades gritantes da cidade não são escutadas pelo executivo e tão pouco o legislativo, a cidade vai passando pelo caos, com uma prefeitura que não sabe o que significa transparência.

Me reuni com amigos para falar sobre a cidade e dar meu apoio formal a dois pré-candidatos a vereador na cidade, pessoas íntegras e que tem capacidade de trazer, articular mudanças para a cidade, o que falta é garra, vontade, gana, coragem de realmente querer mudar alguma coisa, na área insular e japuí que é mais abandonado ainda desde a fundação da cidade, já a área continental só é lembrada em época de eleição ou para ganho político com a necessidade daquela população, estive no rio branco, gleba, Humaitá e em partes está a mesma coisa de mais de dez anos atrás e até pior com a expansão de moradias, o que demanda mais atenção do poder público mas parece ser inexistente.

Falamos sobre educação, cultura, lazer, entre outras tantas demandas que acomete a cidade assim como assuntos da esfera estadual e nacional, o que mais me chamou a atenção e desta vez não só a história de se construir um presídio ao invés de um hospital regional ou que fosse um hospital para a cidade, é que a ponte dos barreiros, a única ligação por dentro da cidade está comprometida, caso ela seja interditada, a área continental irá novamente voltar a década de 80 para trás ficando isolada do restante da cidade, que para piorar o governo do estado quer colocar mais duas praças de pedágio, como se não bastasse a que já existe.

É um verdadeiro descaso com a população, cidade, e ainda há quem diga que a cidade merece respeito, sim merece, mas quem diz isso não respeita nenhum pouco a cidade, mas quer ganhar a próxima eleição, este tipo de política para se ganhar eleição sem um projeto de cidade é algo que para mim beira o absurdo, ao ridículo, pouco ou nada fazem ou deixaram de fazer para que na próxima eleição tenha novamente o que se prometer, já chega disso, a população não pode ser tratada como objeto que hoje você usa e depois guarda para usar novamente mais a frente.

Quero muito acreditar que haverá uma boa renovação na cidade, já basta de pessoas que apenas exploram, a cidade tem muito a crescer e melhorar, basta ter um administrador com visão de cidade e não para práticas de politicagem visando a próxima eleição.

Sub-Prefeitura São Miguel – Assessoria da juventude

Estive na tarde de hoje na assessoria da juventude da sub-prefeitura de São Miguel Paulista, boa parte da tarde conversando sobre projetos e ideias com a Priscila Matteuzzi.

Falamos sobre a necessidade de projetos na área de cultura, educação, desenvolvimento, sustentabilidade entre outros, bons projetos porque não dizer excelentes até, para serem colocados em prática, é uma necessidade gritante no extremo leste e digo em especial ao Distrito do Jardim Helena em termos equipamentos e oportunidades para a juventude local, uma vez que carece-se de oportunidades, por diversas vezes é necessário um longo deslocamento para se ter seja uma diversão, lazer, estudo, por que não aqui?

Nesta linha me coloquei a disposição para que possamos colocar em prática os possíveis projetos que possam viabilizar a melhoria da qualidade de vida dos moradores e trazer o poder público para perto desta parte da população que se vê abandonada e só relembrada em época de campanha eleitoral sendo esquecida novamente após o fechamento das urnas.

Também tive o prazer de conhecer e ter uma conversa muito interessante com a Angélica Migri, sobre projetos voltados ao desenvolvimento social e empreendedorismo.

É preciso mudar, inovar, renovar e estou disposto e muito a ajudar a região ter por que não um salto do que é, para o que pode ser este distrito.

Reunião na Assoc. de Vila Itaim

Acabei por acompanhar Angélica Migri, Agente de desenvolvimento local e a assessora da juventude Priscila Matteuzzi da Sub-prefeitura de São Miguel Paulista, uma vez que levaria mais um pouco de doações as famílias que foram atingidas pela enchente, vestuário foi o que mais doaram, em detrimento de alimentos não perecíveis, mas cada um doa aquilo que lhe cabe e sempre será de bom grado.

A reunião que acabei por participar foi bem interessante e teve também a Angélica pontuou projetos e ações possíveis que podem ser realizadas na associação de Vila Itaim, projetos não faltam, ideias também não, o que é necessário é a implementação das ações e projetos propostos, somente assim desta forma teremos uma melhoria na região, impossível é algo que não foi tentado ao menos, existem fontes, modos de trazer o poder público para que faça sua parte, orientações gerais foram muito bem apresentadas e agora é o momento de colocar em prática.

Em conversa com o sr. Valdenor, ficou acertado para que seja feita uma feira de artesanato como feita no final do ano passado na Sociedade Parque Paulistano, onde a ideia principal é desenvolver o trabalho manual de artesanato na região, para que tenham uma fonte de renda.

Toda mudança acontece lenta e gradativa, já outras podem e devem ser impulsionadas para que tenhamos um resultado a médio e curto prazo, para isso o empenho de todos os envolvidos é o principal motor da mudança desejada.

São Paulo 462 anos

Cidade com tantas diferenças e diversa, possivelmente possa haver alguma parecida, mas jamais igual, povo que acolhe, uma cidade que abriga tantas outras dentro de si, ao mesmo tempo cidade, ao mesmo tempo um país, parabéns a quem seja paulistano em sua origem ou por adoção, São Paulo 462 anos de história impossível de se homenagear em um só.

São Vicente 484 anos

Minha cidade natal completando 484 anos, a primeira vila do país, onde começou a surgir um país, berço da democracia das Américas onde abrigou a primeira câmara de vereadores, uma história incrível, mas pouco conhecida e contada que esta cidade guarda.

Aliás, a história de nosso país como um todo sempre é deixada de lado, mal contada e mal lembrada, tive o prazer de nascer nesta cidade e ainda voltar para ver amigos e familiares, saí de São Vicente, mas a cidade não sairá de mim!
Parabéns São Vicente!