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Homeschooling e a liberdade de se aprender.

Primeira coisa que gostaria de salientar é: Homeschooling não é somente uma bandeira exclusiva do bolsonaristas, dos evangélicos e dos cristãos ou de qualquer outro grupo político e religioso. Homeschooling é uma bandeira de todos que defende uma educação livre e de arranjos dos cadernos que o governo federal dá aos professores na escola para ensinar os seus alunos.
 
Homeschooling é um modelo de educação domiciliar onde a família ou o educador/tutor habilitado educa os filhos em casa. Pode ser um professor de reforço, durante esse período de pandemia, muitas famílias vivenciaram o homeschooling na prática, dado o crescimento de interesse em aulas particulares. Há países que permitem o ensino domiciliar como: Estados Unidos, Áustria, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Noruega, Portugal, Rússia, Itália e Nova Zelândia. É proibido na Alemanha e na Suécia onde é crime.
 
O projeto de lei 3179/12 que autoriza a educação domiciliar tramita no governo do Estado de São Paulo.
 
Dentre os parâmetros definidos esta de: a obrigação de matricular crianças em escolas estaduais e municipais; crianças deveriam passar por avaliações periódicas; que a pessoa da família deva ser formado na área; também define que as crianças devem estudar o que está de acordo com Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
 
As motivações para educar as crianças em casa são:
 
Os perigos do ambiente escolar como: (bullying, abusos sexuais e consumo de drogas);
Proteção contra o desrespeito a valores morais, culturais, religiosos ou ideológicos;
Flexibilidade na aplicação do conteúdo curricular;
Possibilidade de experimentar modelos educativos alternativos;
Flexibilidade de horário;
Mobilidade geográfica dos pais;
 
As críticas ao homeschooling é:
Carência de conhecimento coletivo;
Confusão entre papel de pai e professor;
Falta de socialização com pessoas da mesma idade;
Limitação da aquisição de conhecimentos e da visão de mundo do aluno.
 
Uma das principais críticas é quanto a sociabilidade do aluno.
Uma das principais críticas levantadas é quanto à sociabilidade de crianças, uma pesquisa feita nos EUA,, onde o ensino doméstico é mais comum, mostram que o número de crianças socialmente privadas entre as educadas em casa é pequeno. A sociabilidade se dá por participação comunitária, social e política. A auto-estima e a satisfação em viver parecem ser melhores, em média, em crianças que foram educadas em casa do que naquelas que frequentaram a escola.
 
Alunos nessa condição fazem inúmeras atividades extracurriculares que possibilitam a interação com outras crianças. Existem ligas esportivas regionais, cursos de idiomas, aulas de música e outras habilidades artísticas.
Famílias podem contratar professores que empreendem dando aula de reforço nesse momento de Pandemia. Se você conhece algum professor que dê aula na casa dos pais, esse é um modelo de educação familiar, um homeschooling.
 
Outras ideias podem ser de famílias contratar um professor e dar aula para que um grupo de crianças estudem juntos.
Mas quando o tempo não é um problema, a família mesmo pode assumir a responsabilidade da tutoria educacional. O que são na maioria dos casos.
 
Lutar pela divulgação, compartilhando informação, regulamentando e assim popularizar a prática é um dever moral das pessoas que defendem a liberdade de aprendizagem.
Menos Estado, e mais emancipação e poder aos pais.
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